O que a metodologia do IBGE mostra realmente como taxa de desemprego?
ANO XIX
sábado, 29 de agosto de 2026
A REAL TAXA DE DESEMPREGO NO BRASIL
O que a metodologia do IBGE mostra realmente como taxa de desemprego?
quinta-feira, 4 de junho de 2026
O FIM DA ESCALA 6x1 e a SUGESTÃO DE PEC NO SENADO PARA HORAS FLEXÍVEIS
No debate das alterações da CLT
referentes às escalas de trabalho, surge uma nova proposta, mais moderna e
utilizada em alguns países de primeiro mundo, que é a “PEC das horas Flexíveis”.
Vamos aqui apresentar um panorama e comparativos entre a CLT atual, a mudança
de escala para 5X2 e a de Horas Flexíveis. Sabemos que até este momento a
proposta do fim da escala 6x1 avançou na Câmara dos Deputados, prevendo a
diminuição das 44 horas semanais trabalhadas para 40 horas, duas folgas
semanais, a manutenção dos salários mesmo com a diminuição da jornada, com um
período de transição para a adaptação.
Paralelamente,
surge no Senado Federal a proposta de uma PEC que permite ao trabalhador optar
pelo regime da CLT tradicional ou pelo regime de Horas Flexíveis, baseado em
horas trabalhadas. A principal vantagem seria a maior liberdade para negociar
jornadas, escalas e dias da semana trabalhados.
O
Mercado de Trabalho está mudando radicalmente e isso traria muitas vantagens
para os trabalhadores. Um bom exemplo são os trabalhadores pelos sistemas de
aplicativos como Uber e Ifood, por exemplo, onde a ampla maioria prefere
trabalhar com a flexibilidade de horários, podendo inclusive concentrar mais
horas trabalhadas em determinados dias para folgar em outros. Além disso cada
setor da economia, seja empregado ou patrão, poderia escolher o regime que
melhor se adapta a cada setor. Todavia, os que acreditam na manutenção do
regime da CLT, principalmente os sindicatos, alegam que tal proposta poderia
acontecer em situações de desequilíbrio de força entre as partes, enfraquecer
limites tradicionais de jornada onde empresas poderiam forçar a manter longas
jornadas concentradas.
Ainda não há consenso nem texto
definitivo amplamente divulgado detalhando os liimites diário de horas; regras
de horas extras; descanso mínimo entre jornadas; proteção contra acordos
considerados abusivos. Por isso, o debate ainda está bastante político e muitas
interpretações circulam nas redes sociais antes mesmo de existir um texto final
consolidado. A melhor forma de entender é imaginar três pessoas com a mesma
função: um vendedor de loja, um operador de fábrica e um auxiliar
administrativo, por exemplo. Vamos comparar:
|
MODELO |
DIAS
TRABALHADOS |
HORAS
SEMANAIS |
FOLGAS |
|
CLT atual |
Até 6
dias |
44
horas |
1 dia |
|
PEC aprovada |
5 dias |
40
horas |
2 dias |
|
Horas Trabalhadas |
Variável |
Definido
por contrato/ banco de horas |
Flexível |
EXEMPLOS:
No modelo atual – CLT com jornada de 44 horas semanais:
Comércio - Segunda a sábado: 7h20
por dia , Folga apenas no domingo
Indústria - Segunda a sexta: 8h48, Sábado livre ou Escala 6x1
com um domingo de folga por período.
Escritório - Segunda a sexta: 8h, Sábado: 4h
No modelo da PEC – CLT com jornada de 40 horas semanais:
A proposta aprovada na Câmara reduz a jornada para
40 horas e garante duas folgas semanais, sem redução salarial. Ainda depende do
Senado.
Comércio - Segunda a sexta, 8h por dia, Sábado e domingo
livres ou Trabalho no sábado e Folga na quarta e domingo. (Desde que haja duas
folgas na semana).
Indústria - Segunda a sexta, 8h por dia, A empresa poderia
criar mais turnos para cobrir as horas perdidas.
Escritório - Segunda a sexta, 8h por dia, Fim de semana livre. (Na
prática, muitas empresas de escritório já operam perto desse modelo).
No modelo da sugestão de PEC do Senado por Horas Trabalhadas:
Aqui está a maior diferença. A idéia discutida por
alguns parlamentares e entidades empresariais é focar menos na distribuição
semanal e mais no total de horas contratadas. O trabalhador poderia cumprir as
horas de formas diferentes ao longo do período.
Comércio
- Semana 1:
Trabalha 10 horas por dia durante 4 dias e Folga 3 dias. Semana 2: Trabalha 6 horas por dia
durante 6 dias
Indústria
- Mês de
alta produção: 50 horas por semana, Mês de baixa produção: 30 horas por semana. (A média anual ou
mensal precisaria respeitar os limites legais definidos).
Escritório
- Segunda a
quinta: 10 horas, Sexta livre. Ou trabalhar mais durante uma semana e compensar
depois.
Quais os impactos
principais:
No Comércio - Ganha mais tempo livre com a
jornada de 40h. Empresas podem precisar contratar mais pessoas.
Na Indústria - Impacto moderado. Muitas fábricas
já utilizam turnos e bancos de horas.
Escritórios - Mudança relativamente pequena. Muitos
já operam em 40 horas ou perto disso.
Regime por horas
trabalhadas - Beneficia
quem prefere horários flexíveis; Pode ser interessante para profissionais
qualificados; Gera preocupação para funções de menor poder de negociação, pois
jornadas longas poderiam ser concentradas em determinados períodos.
A discussão certamente tem maior
peso no debate político do que prático. Sindicatos não querem arriscar perder
seu poder caso o trabalhador tenha a opção de negociar diretamente ou escolher
como quer trabalhar. Os trabalhadores de aplicativos ou muitos das áreas
digitais já não querem interferência dos sindicatos. A tendência é cada vez diminuir
sua influência. O mercado de trabalho está mudando e os sindicatos já não têm
mais a importância, influência e força financeira como antes.
Acredito que ainda levará algum
tempo para que as relações do trabalho se modernizem no Brasil. Aliás, o Brasil
precisa de um choque de modernidade e visão de futuro. Somos um país que
regride a cada dia e não só no mercado de trabalho, mas isso é outra conversa.
terça-feira, 28 de abril de 2026
A PROPOSTA DE REDUÇÃO DA ESCALA 6 x 1 e a Produtividade no Brasil
A baixa produtividade brasileira não vem, em geral, de “falta de esforço” do trabalhador. Ela está muito mais ligada a fatores estruturais como a gestão ineficiente, a baixa qualificação técnica em algumas áreas, pouca adoção de tecnologia, burocracia e carga tributária alta e complexa e ainda a infraestrutura ruim.
Reduzir a jornada aumenta os custos?
Da forma como está sendo proposta, a resposta é
sim. Por exemplo, as empresas podem precisar contratar mais gente e há risco de
inflação de serviços. Mas, se a redução vier acompanhada de mudanças como aumento
de eficiência, menos retrabalho, menor absenteísmo e turnover, e trabalhadores
mais produtivos por hora, o impacto pode ser amenizado.
O
ponto-chave: produtividade por hora e não por dia - O Brasil ainda mede muito
produtividade pelo tempo presente, e não pelo resultado. Uma jornada menor pode
forçar o foco em tarefas essenciais, corte de atividades improdutivas e até
mesmo a melhoria de processos. Mas não é algo tão simples de se obter, pois precisaria acontecer no Brasil para isso
funcionar algumas coisas como pilares obrigatórios: 1. Gestão mais profissional,
onde as empresas precisam sair do modelo “presencial = produtividade”. 2. Tecnologia e automação com a digitalização
de processos para a redução desperdício de tempo. 3. Qualificação da mão de obra com treinamento técnico e educação
continuada. 4. Reforma organizacional
com menos burocracia interna e externa. 5.
Implementação gradual onde setores diferentes exigem soluções diferentes
(varejo/indústria/ serviços).
Se a mudança for feita “na marra”, sem transição,
como se propõe, como uma panacéia que resolverá os problemas, os resultados não
serão bons, pois haverá risco enorme de aumento de custos, fechamento de
pequenos negócios e aumento da informalidade. Portanto, a redução da escala 6x1
não depende só de ato ou vontade
política, depende de resolver (ou ao menos atacar) o problema estrutural
da produtividade.
Mas há um ponto importante: esperar a produtividade subir primeiro pode travar a mudança
indefinidamente e reduzir a jornada pode ser justamente um gatilho para
aumentar a produtividade. As duas coisas podem, e provavelmente precisam,
acontecer juntas. Do ponto de vista ideal,
a redução de jornada pode proporcionar foco em tarefas essenciais, corte
de atividades improdutivas e melhoria de processos
Um
alerta pode ser feito: O modelo
6x1 muitas vezes pode esconder
ineficiência. Empresas acabam compensando eventual má gestão com mais
horas, mais desgaste e ainda mais rotatividade. Nesse caso, com um gestor
atento, reduzir a jornada pode forçar maior eficiência. Porém devemos entender
que o Brasil não se preparou adequadamente para essa evolução e sem esses
ajustes, as pequenas empresas sofrerão mais, setores intensivos em mão de obra
sentirão fortemente e novamente o risco de aumento da informalidade
Deste
modo, podemos concluir que o Brasil possui um grave problema de produtividade,
incompatível com a evolução das relações do trabalho e então, manter a escala 6
x 1 ou não, não soluciona o problema.
O impacto negativo possível na maioria das pequenas
empresas seria principalmente na folha de pagamento que pesa muito no custo
total, cada funcionário é essencial (não tem “folga operacional”) e não existe
departamento, cada pessoa faz várias funções. Assim, reduzir horas sem ajuste significa
perda imediata de capacidade e ai surgem
três caminhos ruins: contratar mais alguém aumentando o custo, o dono trabalhar
mais e
reduzir o horário de atendimento que significa diminuir o faturamento. É
um risco muito real. A pequena empresa, não tem o mesmo poder de uma grande
corporação de diluir os custos, então o impacto é desproporcional. Mesmo que
uma pequena empresa seja bem gerida, precisará a melhorar ainda mais seus
processos e métodos e isso de qualquer forma apresentará um custo de certa
forma alto a curto prazo, mas que poderá ser absorvido a longo prazo (se bem
gerida).
Um risco na alteração da escala sem observar todo o
cenário, deverá trazer aumento da informalidade, acordos trabalhistas fora da
lei e redução nas contratações, impactando o nível de emprego negativamente.
Então podemos entender que o problema não é só a
redução da jornada, é tentar aplicar o mesmo modelo para realidades
completamente diferentes
Uma alteração na lei sobre a mudança de escala, deveria
contemplar uma implementação gradual, com regras diferentes para microempresas,
incentivos (tributários ou trabalhistas) e ainda flexibilidade de escala, entre
outros.
Enfim, entendemos que a atual discussão sobre a
redução da escala de trabalho não está sendo debatida com seriedade e sim
apenas servindo de palanque político-partidário, com erros grosseiros na
proposta. Não se deixem enganar por nenhum dos lados.
terça-feira, 7 de abril de 2026
NORMA REGULAMENTADORA nº 1 (NR-1) - PRAZO: 26 de maio de 2026
A Norma
Regulamentadora nº 1 (NR-1) é a base de todas as normas de segurança
e saúde no trabalho no Brasil. Ela estabelece as diretrizes gerais que orientam
empresas e trabalhadores quanto à prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais, definindo responsabilidades, procedimentos e a forma como os
riscos devem ser gerenciados no ambiente laboral.
A obrigatoriedade
do PGR entrou em vigor em 3 de janeiro de
2022, e desde então todas as empresas devem estar adequadas. Em 2026,
portanto, não se trata mais de prazo de implementação, mas sim de cumprimento contínuo e fiscalização efetiva,
inclusive com integração ao eSocial, o que
aumenta o controle por parte dos órgãos competentes.
Em síntese, a NR-1 estabelece que a segurança do trabalho deve ser tratada de forma preventiva, estruturada e permanente, exigindo das empresas não apenas a formalização de documentos, mas a adoção real de medidas que garantam a saúde e a integridade dos trabalhadores.
ATENÇÃO:
Responsabilização maior das empresas - A empresa deve comprovar que: Identificou
riscos, Adotou medidas preventivas e Treinou adequadamente os funcionários
Consequências
para quem não cumpre: Multas administrativas; Problemas trabalhistas
(processos); Aumento de responsabilidade em acidentes; Possível interdição de
atividades.
Em 2026 a fiscalização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) está
muito mais prática, digital e focada no que realmente funciona. Não basta “ter
o documento”: o fiscal quer ver evidência
real de gestão de risco.
O que mais está gerando autuações (multas):
1. PGR “de fachada” - Erro comum: Documento
genérico, copiado ou desatualizado. O fiscal verifica: Se os riscos descritos
existem de verdade; Se o documento corresponde à realidade da empresa.
Como evitar: PGR personalizado, atualizado e
coerente com as atividades reais
2. Falta de inventário de riscos adequado - Problemas freqüentes:
Riscos não identificados; Avaliação superficial. O que estão cobrando: Inventário completo; Classificação
de risco (baixo, médio, alto); Indicação de quem está exposto.
Dica prática: Se o fiscal “enxerga um risco” que não está no PGR, a multa quase certa.
3. Plano de ação que não sai do papel - Muito comum: Empresa
lista os riscos, mas não resolve nada. O fiscal pede: Evidência de execução
(não só planejamento) Exemplo: Comprou
EPI? Mostrar nota/entrega. Treinou? → mostrar lista de presença.
terça-feira, 31 de março de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
A REAL SITUAÇÃO DO EMPREGO EM 2026
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
A REAL SITUAÇÃO DO EMPREGO NO BRASIL DE 2025
quarta-feira, 8 de janeiro de 2025
BALAÇO DO NÍVEL DE EMPREGO EM 2024
segunda-feira, 7 de outubro de 2024
COMO ESTÁ O MERCADO DE TRABALHO EM 2024
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
A GERAÇÃO Z E O MERCADO DE TRABALHO
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024
EMPREGO RECUA 26,3% EM 2023
terça-feira, 17 de outubro de 2023
A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO PÓS PANDEMIA
segunda-feira, 15 de agosto de 2022
NÍVEL DE EMPREGO É POSITIVO E ESTÁVEL
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
TRABALHO E POLÍTICA SOCIAL
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
O FUTURO DO MERCADO DE TRABALHO – profissões morrem e outras nascem
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
A SOLICITAÇÃO DE FOTOS NO CURRICULO
Existe uma situação polêmica na questão de exigências no currículo. Uma delas é a exigência de foto em currículo.
Muitas empresas fazem essa solicitação sem que haja
necessidade para aquela determinada função e isso leva a uma questão: qual a
motivação do empregador fazer essa exigência? Sabemos que para algumas funções
a solicitação de fotos é natural, como na área de moda, eventos, publicidade,
etc. Mas é natural solicitar foto para uma função de administrador de empresas,
por exemplo?
A lei, embora não especifique literalmente a
exigência de foto no currículo, ela proíbe qualquer solicitação discriminatória
e podemos interpretar que a exigência de fotografia para funções diversas, pode
ser uma exigência discriminatória, portanto, ilegal. Alguns profissionais do
Direito entendem que a prática é ilegal mesmo que não esteja literalmente
especificada na lei.
Hoje em dia, ampla maioria das empresas não utiliza
dessa prática e entendem como item discriminatório, mas algumas poucas ainda
solicitam foto. Alguns selecionadores justificam que a foto no currículo ajuda
a memorizar o candidato durante o processo seletivo.
Há um PL na Câmara dos Deputados que inclui essa
exigência como discriminatória, assim como idade, sexo e tempo de experiência,
já em vigor.
Portanto, os selecionadores e empregadores devem
evitar a exigência de foto no currículo, salvo em atividades específicas já
exemplificadas acima.
domingo, 30 de maio de 2021
AS PERSPECTIVAS DO MERCADO “HOME OFFICE”
Como já sabemos, o Home Office (trabalho em casa), tomou um novo rumo devido à pandemia. Muitas empresas, para não parar a atividade, proporcionou que seus funcionários trabalhassem de casa, inclusive preparando suas estações de trabalho, como empresas de telemarketing, help desk, etc. Muitos outros profissionais também passaram ao trabalho remoto, tanto os que trabalham como empregados como profissionais liberais.
Comentei anteriormente
que isso é uma tendência e que veio pra ficar, mas comentei também que isso não
aconteceria em curto prazo, após a pandemia. Já que muitas empresas, apesar de “descobrirem”
que essa atividade elimina muitos custos, o trabalho presencial ainda terá seu
lugar nas atividades que podem ser transformadas em trabalho remoto.
Por outro lado, surge
um importante movimento entre profissionais que estão num estágio profissional
e financeiro mais elevados. Em busca de refúgio dos problemas da pandemia e
qualidade de vida, muitos profissionais estão se mudando para cidades
turísticas, já que muitos se mudaram para suas casas de veraneio, seja praia,
montanha ou área rural. O que era temporário começa a se tornar definitivo.
A grande preocupação
dessas pessoas que buscavam refúgio era a qualidade dos meios de comunicação e
Internet, já que isso é fundamental para que possam realizar seu trabalho
remotamente.
Isso foi percebido por
algumas cidades e também por algumas operadoras de telecomunicação. A Cidade de
Ilhabela/SP entendeu bem esse movimento e faz campanha aberta para que os
profissionais e empresas que podem fazer trabalho remoto se instalem na cidade.
A VIVO também atenta a esse movimento já instalou um cabo submarino que
possibilitará a Internet em alto desempenho. O Mercado imobiliário se aqueceu
sobremaneira em Campos do Jordão, com a vinda dessas pessoas. Inicialmente
aqueles que possuíam casas de veraneio passaram a viver na cidade e outros se
instalaram em pousadas. Porém esse movimento já proporcionou um aumento nas
vendas de imóveis na cidade, principalmente apartamentos, elevando de maneira
substancial o valor dos imóveis.
Outras cidades do interior também abraçam esses
profissionais. Para os municípios que atraem essas pessoas, os ganhos serão consideráveis,
pois além da economia em movimento pelo turismo, mesmo que em patamares menores
que antes da pandemia, haverá aquecimento para o mercado “local” não turístico,
e consequentemente mais empregos.
Atenção nisso, senhores prefeitos
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
Muita gente pergunta com certa indignação, o por que mesmo entregando dezenas de currículos, nunca é chamado para uma entrevista. Há duas razões principais para isso e ambas tem relação com o currículo da pessoa. Uma pode ser a qualidade do currículo, como ele está "montado" ou "direcionado" e a outra é a distribuição ineficaz. Veja o nosso video abaixo com as dicas para como diminuir esses problemas.
Se preferir veja o link do episódio 11 diretamente no YouTube.
Deixe seu like e inscreva-se no canal.
domingo, 4 de outubro de 2020
EP010 - Os Profissionais com Mais de 50 anos
Qual a situação dos profissionais com mais de 50 anos? Uma reflexão importante sobre o preconceito na contratação de pessoas mais velhas e agravada agora pela Covid-19
domingo, 27 de setembro de 2020
EP 09 - MOTIVAÇÃO: Vem de dentro ou de fora de nós?
Qual a necessidade de estar sempre auto motivado e como se manter assim mesmo com os desafios do dia a dia. Estabelecer objetivos de vida e o real desejo de realizá-los é o que nos motiva para dar cada passo necessário. Serve para a vida pessoal e é de grande importância para a vida profissional.
domingo, 20 de setembro de 2020
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
sábado, 5 de setembro de 2020
As habilidades sociais no ambiente de trabalho ( Soft Skills e H...
Saiu o novo video do canal O MUNDO DO TRABALHO.
Nesse video falamos da importância das habilidades sociais e inteligência emocional nas relações no ambiente de trabalho.
Muitas empresas, tanto na contratação como nas avaliações após contratação, valorizam muito as habilidades sociais e isso pode ser fator decisivo desde o processo seletivo e na e permanência do profissional.
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
SER COMPETITIVO NA BUSCA POR EMPREGO (video do canal o Mundo do Trabalho)
Caros leitores,Vejam o video sobre Ser Competitivo na busca pelo emprego e aumente as chances de sucesso nos processos seletivos.
Inscreva-se em nosso canal no YouTube e divulgue para seus amigos, principalmente aos que estão em busca de oportunidades de
trabalho.
clique aqui: SER COMPETITIVO NA BUSCA POR EMPREGO










